terça-feira, 18 de setembro de 2012

NÃO AO O VOTO COMPRADO


É uma tristeza imensa
Fazer do voto um contrato
E escolher pelo preço
O ideal candidato
Que depois da insistência
Entra em cada residência 
Só pra deixar seu retrato




A verdadeira política
Existe em exceção
Por poucos é exercida
Sem avanço,  a de decisão
Virou clichêde estética
Que  compromete a ética
Presente numa nação

 



Lutar pela causas nobres
È praticar o dever
Mais brigar pelos corruptos
É ousar em defender
Partidarios indecisos
Que só se tornam precisos
Para  abusar do poder
 




Os foguetões barulhentos
Festejam a evidencia
Dos fandangos, das apostas,
Dos tipos de violencia
Que que ha na politicagem
E desmancha a imagem
Do certo e da providencia
 



Por um saco de cimento
Ou emprego prometido
Por uma roupa, um trocado
Ja tem voto garantido
Mais quando finda a campanha
O candidato que ganha
Nenhum dever é cumprido

 Isabelly  Moreira

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