segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


                                                                                               LUCAS VEIO PARA O MUNDO
POR PROVIDÊNCIA DIVÍNA
MÃE E PAI MUITO LHE ESTÍMA
FOI SEU SONHO MAIS PROFUNDO
QUE DEUS LHE DER MUITA SAÚDE
NA VELHICE E JUVENTUDE
DECÊNCIA E PRÓSPERIDADE
E CENTRE BEM A VERDADE
DENTRO DO SEU CORAÇÃO
A FAMÍLIA DELANE SE ELEVOU
COM MAIS UM FILHO QUE CHEGOU
AUMENTADO DO CASAL A UNIÃO
Josmaribeiro \\DELANE É FILHO DE UBIRA E PAI DO LUCAS

sábado, 24 de dezembro de 2011

          

 

                                                                                                                                                                                          Homenagem a Ipanguaçu Cidade que ler

IPANGUAÇU TERRA AMADA 

E POR DEUS FOI PROJETADA

PRA SEU POVO PROTEGER

TEM CULTURA EM ABUNDANÇÃO

TERRA QUE MIM FEZ CRIANÇÃO

E MEU POVO EU VI CRESCER

 AGRICULTURA É O SEU PORTE

BANANEIRA É O SEU FORTE

DO VALE É ABENÇOADA

A CIDADE  MAIS AMADA

DO RIO GRANDE DO NORTE

 

 

De Josmara e Antonio de Pádua

Poesia de Josmara:

Meus parabéns Ipanguaçu!
Vives em permanente construção
Que a cada dia te eleves
Na saúde, no emprego e na educação
Que Deus te cubra de bençãos
Trilhando pelo bem, esta nação.

Que o "senhor" ilumine esta terra
Nos dando força e sabedoria
Para buscarmos o progresso
Através da cidadania
Que a base da nossa vida seja,
A justiça, a paz e a alegria.

JOSMARA DO NASCIMENTO FONSECA

Escola Estadual Manuel de Melo Montenegro e E.M.F.T.NOBRE

Poesia de Antônio de Pádua:

Ipanguaçu querido e estimável 
nosso lugar que educa e ensina 
Protegido por Nossa Senhora de Lurdes 
E também pela mão divina 
Pra me expressar dessa forma
Eu busquei perfeita rima
Esta poderosa terra 
Sempre ela me alucina 
Este querido e pacato lugar 
É igual a uma flôr divina.

Antônio de Pádua.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

  
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O RIO  AÇU
Vem de longe, potente, magestoso,
Inunda o leito branco das areias;
Seus possantes canais as suas veias
Serpejam num marulho rumoroso.

Suas margens de um todo grandioso,
De arvoredos robustos, todas cheias,
Parasitas formando lindas teias,
No tronco da oiticica, alto, rugoso.

Os cavaletes, balsas e canoas
Velejando, defendem-se das croas,
Indo aporta à entrada do Cipó.
Carnaúbas na várzea, enfileiradas,
Parecem contemplar, extasiadas,
O rio, a despejar no Piató.
Sinhazinha Wanderley
(poeta assuense).