quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

           Notas
QUE NOTICIAS BOA,

                                 ROBSON PIRES ESCREVEU,
             AVOLUMA RIOS E LAGOAS,
            POR    PROVIDENCIA DE DEUS.

Chove em Caicó e no Seridó. 83 milímetros em Timbaúba dos Batistas

chuvas floraniaUma boa chuvinha que começou no início da noite ainda estáinsistindo em molhar a terra em Caicó graças a Deus.
Notícia boa mesmo chega do município de Timbaúba dos Batistas.Dizem que a chuva de hoje à noite por lá bateu na casa dos 83 milímetros.
Há notícias de chuvas em outras regiões do Seridó. Muito bom.

LEI DA PROPORCIONALIDADE
0 RENAN NÃO CUMPRIU
ISSO  É UM  DESCALABRE
E AFETA O BRASIL

Que acontece num país de opinião pública minimamente ativa sob uma conjuntura em que se misturam inflação alta, juros salgados, paralisia econômica, aumento de impostos, elevação de tarifas e corrupção desenfreada? Simples: não se fala de outra coisa. De fato, muito se fala da crise nas filas, nas esquinas, nas residências, nos escritórios. A exceção é o Senado. Ali, o assunto é outro.
Desde que voltaram das férias, no domingo, os senadores discutiam o rateio dos cargos na Mesa diretora. A coisa terminou em confusão, como se pode notar no vídeo acima. O tetrapresidente Renan Calheiros passou o trator sobre PSDB e PSB, partidos que ousaram votar contra ele na eleição para o comando do Senado. Na surdina, Renan providenciou para que as duas legendas fossem excluídas dos assentos a que teriam direito na Mesa, privilegiando os aliados.
Em resposta, Aécio declarou: “Vossa Excelência perde a legitimidade para ser presidente dos partidos de oposição nesta Casa”. Seguiu-se uma briga em que os dois acusaram-se mutuamente de desrespeitar a democracia. Poucas pessoas —talvez meia dúzia de brasileiros em 1 milhão— são capazes de entender e traduzir a atual situação político-econômica da democracia brasileira. Mas todo mundo sente os efeitos do descalabro. E não é preciso ir muito longe para verificar que a grossa maioria da sociedade enxerga o Senado como parte do problema, não da solução.
Basta entrar em qualquer boteco —de bairro nobre ou da periferia— para perceber que a clientela não se enxerga nesta casa do Parlamento, que deveria ser a caixa de ressonância por excelência de um regime democrático. Na época em que ainda fazia pose de referência moral sem provocar risos, Lula estimou em 300 os picaretas do Legislativo. Na Era dos governos do ex-PT, descobriu-se que a banda ladra é maior. Sabe-se que nem todo mundo é bandoleiro. Mas 90% dos congressistas dão aos 10% restantes uma péssima reputação.
Contra esse pano de fundo, cabe perguntar: qual o panorama do Senado no momento? Ao reconduzir à presidência Renan Calheiros e todas as acusações que lhe pesam sobre os ombros —as antigas e as que estão por vir—, a maioria dos senadores demonstrou que o Senado perdeu de vez a compostura. Ao desperdiçar quatro dias debatendo o rateio de poltronas na Mesa, os senadores revelaram que o Senado perdeu também o rumo. Primeira e segunda vice; primeira, segunda e terceira secretarias; suplências A, B e C. Sakespeare devia estar pensando nisso quando disse: “Não há o que escolher num saco de batatas podres.”
Aécio e a tropa oposicionista fazem um bem a si mesmos ao peitar Renan e sua infantaria. O grão-tucanato fareja na movimentação do morubixaba de Alagoas a tentativa de solidificar a milícia parlamentar que lavará a jato um eventual processo de cassação por falta de decoro. Líder do DEM, o senador Ronaldo Caiado ousou dizer a Renan, do alto da tribuna, que o objetivo dele é mais ambicioso: “quer usar o Senado como parachoque para amortecer” um ainda hipotético pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. Curiosamente, não houve governista que o contraditasse.
“Perderam a rua e querem levar tudo no tapetão”, afirmou Cássio Cunha Lima, líder do tucanato. “Vossa Excelência pode atropelar o PSDB e o PSB. Mas não irá atropelar o povo brasileiro. Não vai ultrajar nossa democracia. Não estamos mendigando cargos na Mesa. Queremos respeito à proporcionalidade construída nas urnas. Saiba Vossa Excelência que sua atitude terá consequências. O Brasil vai ver o desdobramento dessa manobra.”
Resta à plateia torcer para que venham mesmo as “consequências”. Não é de hoje que, no Senado, se briga e se fazem as pazes desavergonhadamente. Renan Calheiros já esteve na bica de ser cassado um par de vezes. Numa delas, viu-se compelido a renunciar à presidência para salvar o mandato. Suas desavenças foram sempre sucedidas de hediondas reconciliações.
Ninguém deseja para as brigas do Senado um epílogo de romance do século 19, época em que os insultos eram lavados com sangue. Mas convém não abusar da paciência dos botequins. A reiteração dos acordos, dos conchavos, das alianças potencializa a convicção, já tão disseminada, de que a política é o território da farsa. Junte-se a isso a falta de uma agenda e descobre-se o porquê de o Senado e seus protagonistas não serem levados a sério.


NOITE INDISCRETA...


Sonhos de porcelana,
pintados com toque de loucura.
Hoje a vida não mais me engana,
com palavras carregadas de brandura.
 
Suas expressões delicadas são,
promessas sem sentidos, soltas ao ar.
Tentam embaraçar o tão frágil coração,
pelo caminho da amargura a enveredar.
 
Vida de palco, tintas, telas...
frenesi de pinceis... ateliê alma.
Templo, candelabros, velas...
tudo para manter a falsa calma.
 
Uivos e faróis, alamedas e folhas,
esta é a nova noite... prisão perpetua.
Mundo criado na imagem da bolha,
insinuados disfarces da noite indiscreta.
Compartilhar
Paulo Moreno
12/08/2010

DOR DE POETA...


O lápis já gasto insiste em beijar o papel,
Busca motivos para externar o que minh’alma diz.
Oferece segurança como anjos vindos do céu,
Aliviando o peito amargo que em vão tentou ser feliz.
 
 
A janela sem sucesso me oferece o dia lá fora,
A cortina bailando ao som do suave vento.
Arremetem-me a lembranças, doces tempos de outrora,
Saudade e despedida, mosaico de tormento.
 
 
O campo está pronto, inicia-se a colheita,
Sentimentos antes plantados...
Agora a esmo sendo ceifados.
 
O cinza pardo que ofusca meu olhar,
É o amor que não conseguiu brotar,
O papel absorver magoas que sempre estão à espreita.
Compartilhar
Paulo Moreno
14/08/2010

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Mena Moreira

Mena Moreira

Nascida em Santos Dumont, Minas Gerias, professora e psicopedagoga. Atualmente, residindo em Juiz de Fora. Gosta da simplicidade das coisas, tem pela família sua maior paixão, e em sua mãe vê o maior exemplo a ser seguido.





Eu...
Sou tropeira,
Sou troteira,
Sou treteira.
O caminho de terra batida
Não me intimida!
Sou matreira,
Sou guerreira!
Às vezes chego à fronteira,
Encontro porteira,
Atravesso tronqueira.
Mais a frente uma fronte,
Uma fonte,
Uma ponte,
Um horizonte.
Uma erva-cidreira!?
Estou inteira!
amizade 


É não ignorar,
É não  magoar, 
É incentivar,  
É não  criticar,
É apoiar, 
E não  humilhar, 
É defender, 
Para engrandecer,
É não  julgar, 
E nem tudo aceitar,  
É não esquecer, 
Para bem viver,
A vida enaltecer,
É saber perdoar.
Wanderson Coelho
só deus sabe o quanto sofre um nordestino
que vê seu sonho de menino
se acabando pelo ar
ele sofre quando tem que ir mbora
a família toda chora
mas, não pode mais ficar
entra no ônibus com o coração partido
sabe que vai ser sofrido
o mundo da desilusão
ele reza e pede pra nossa senhora
pra guiar sua sorte agora
entrega a vida em suas mãos


refrão: eu sei que vou, vou pra são paulo
mas, vou deixando a minha fonte de energia
deus por favor me dê trabalho
e a esperança de poder voltar um dia


ele chega na cidade grande e vê
o quanto é duro pra vencer
começa logo a lembra
lembra da mãe e do pai que lá deixou
de um amor que lá ficou
esperando ele voltar
feliz daquele que arranja
um bom emprego
e sobra um pouco de dinheiro
para o norte ele mandar
trite do outro que a vida
é só sofrimento
ele tenta,tenta,tenta
mas,não consegue trabalhar


refrão;eu sei que tô,tô em são paulo
mas,lá deixei a minha fonte de alegria
deus por favor me dê trabalho
e a esperança de poder voltar um dia

tô em são paulo mas, vim pra cá obrigado
sei que é bom estado
e muita gente se dá bem
tô trabalhando e vou ficando por aqui
mas, não troco a minha terra
pela terra de ninguém
alô mamãe, alô papai aqui vou bem
dê lembarnças pra meu bem
e pra quem perguntar por mim
vou enviando uma caixinha com presentes
vai pelo seu zé vicente
da empresa irtapemirim

refrão: eu sei que tô em são paulo...


tô com saudades com vontade de ir embora
mas, não posso ir agora
pois tenho que trabalhar
no mês de junho eu de fèrias vou sair
me aguarde por aí
por que vou lhe visitar refrão: eu sei que tô em são
paulo