segunda-feira, 5 de novembro de 2012

ADEMAR MACEDO - TROVADOR DO RN Seguir comunidade | Deixar comunidade
O espaço aqui presente
Foi feito com a intenção
De publicar o decente
Trabalho d'um cidadão.

A você, caro Ademar
Eu faço a minha homenagem
Aqui no Orkut, ao criar
Local pra tua bagagem

domingo, 4 de novembro de 2012

<<< Uma Trova de Ademar >>>
Coloquei a foto errada.
Viram logo os menestréis...
Como eu vou subir escada
Se me falta um dos meus pés?
Ademar Macedo/RN
AMIGO A E POETA ADEMAR
LUTE COM TODA SUAS FORÇAS
ENXEGUE BEM NÃO DESTOÇA 
TENS QUE VIVER PARA MOSTRAR
SEUS VERSOS QUE SÃO FRATERNOS
E ROGUE AO PAI ETERNO
CLAME A ELE EM ORAÇÃO
ELE ESCUTARAR O QUE DIZES

VAI CURAR AS CICATRIZES  
DO CORPO ALMA E CORAÇÃO
JosmaRibeiro 
 
<<<  U m a    P o e s i a  >>>
Sem descanso, esse mago da poesia
faz "Mensagens Poéticas" pra nós...
Só Deus pode calar a sua voz
de poeta do amor e da alegria,
mas, se ouvisse esta prece, lhe daria
uns cem anos de vida e de prazer,
pra cantar a beleza de viver,
como tem dado exemplo até agora,
e diria pra morte: - vá embora,
que Ademar não tem tempo de morrer!
José Lucas de Barros/RN

sábado, 3 de novembro de 2012

<<< Uma Trova de Ademar >>>
Numa gestação tão pura,
Deus, em forma de decreto,
determinou que a ternura
fosse irmã gêmea do afeto.
Ademar Macedo/RN

<<< Uma Trova Nacional >>>
Só, no palco iluminado,
ante a cadeira vazia,
não via o salão lotado:
só sua ausência sentia!.
Eliana Palma/PR

<<< Uma Trova Potiguar >>>
Aquele que se desculpa
Por mera formalidade
Quer eximir-se da culpa
Dissimulando a verdade
Heliodoro Morais/RN

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Encarando o provocador

Foto
Jânio Quadros fazia campanha para o governo paulista, em 1982, quando um mendigo, com toco de cigarro pendurado na boca, gritou:
- Fujão! Fujão! Fujão!
Jânio ignorou o homem, enquanto seus assessores tentavam silenciá-lo. Mas ao descer do palanque, ele se viu frente a frente com o mendigo, que, claro, gritava a plenos pulmões: “Fujaããão!”
Jânio olhou-o fixamente e se dirigiu a ele, resoluto. Todos temiam que o ex-presidente, aos 65 anos, decidira esmurrar o homem, que se calou de repente e ficou paralisado de medo. Jânio levantou o braço sobre um segurança e, num golpe rápido, ao invés do soco, retirou o toco de cigarro dos lábios provocadores, colocou-o na própria boca e foi embora.
O mendigo permaneceu inerte. E emocionado.


<<<  U m a    P o e s i a  >>>
Eu queria a ponteira e o pião
Uma lata de óleo como carro,
A peteca, uma bola, um boi de barro
E a gaiola que prendia um azulão
Tudo isso trago na recordação
Onde age a saudade persistente
Só o peito percebe o quanto é quente
A ferrada das letras da lembrança
“Eu queria de novo ser criança
Pra brincar de criança novamente”.
Wellington Vicente/PE